Catolé do Rocha - Paraíba

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Bebê chimpanzé é adotado por cadela, que cuida como se fosse seu próprio filho

Em um zoológico russo, uma mãe chimpanzé abandonou seu bebê logo após o parto. Uma tratadora, preocupada com o futuro do animal, resolveu levá-lo para casa. Mas o que ela nunca imaginou é que sua cadela, da raça mastiff, ia adotar o macaquinho como um de seus próprios filhos.

Nas fotos abaixo é possível ver o filhote de chimpanzé todo carinhoso com sua mãe adotiva e com seus “irmãos”. É mais um dos casos impressionantes de amizade entre animais tão diferentes.

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)


Fonte: Amazonas

Fotos: Menino enfrenta enchente em Bangladesh para salvar filhote de cervo

enchente_cervo01_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)
Menino enfrenta enchente para salvar filhote de cervo (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)

Belal é o nome do novo herói de Noakhali, em Bangladesh. O pré-adolescente arriscou sua própria vida ao enfrentar uma enchente na região para salvar um filhotinho de cervo.

O menino nadou no rio em fúria segurando o animal com apenas uma de suas mãos.

O fotógrafo Hasibul Wahab registrava os estragos causados pela enchente quando flagrou a atitude do jovem. Nas imagens, Belal aparece apenas com o braço para fora da água.

Ao atravessar o rio, salvar o bichinho e ainda sobreviver, o menino foi aplaudido por moradores que acompanharam o resgate. "O ato de coragem deste garoto foi fenomenal", disse o fotógrafo.

Divulgadas na rede social Imgur, as imagens estão sendo compartilhadas por milhares de internautas como "Belal, o herói".

A sequência de fotos abaixo mostra o resgate do cervo:

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Menino enfrenta enchente para salvar filhote de cervo (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)

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Menino enfrenta enchente para salvar filhote de cervo (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)

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Menino enfrenta enchente para salvar filhote de cervo (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)

enchente_cervo05_planeta_bicho (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)
Menino enfrenta enchente para salvar filhote de cervo (Foto: Hasibul Wahab/ Reprodução Imgur)

Fonte: Globo Rural Online

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Fazendeiros torturam porcos para vencer competição

Pessoas esperam para ver porco ser arrastado e morto
Pessoas esperam para ver o porco ser arrastado e morto

Um porco de quase uma tonelada foi morto publicamente durante o festival Taoist Holy Pig, na terça-feira (04). O animal teve sua garganta cortada depois de seu tutor ganhar o prêmio de primeiro lugar em barras de ouro na competição que aconteceu no templo Sanhsia Tzushih, em Taiwan. As informações são do Daily Mail.

Vários porcos são levados ao evento e o vencedor da competição é quem tiver o animal mais obeso. Na preparação para o concurso, os porcos são forçados a comer constantemente durante dois anos. Eles chegam a ficar tão pesados que não conseguem mais se levantar.

Os pelos do animal são retirados para depois ter sua pele enfeitada
Depois de morto, os pelos do animal são retirados para que sua pele seja enfeitada
Dias antes da comemoração muitos deles são forçados a comer areia ou metais, como chumbo. Depois de serem pesados, o vencedor é anunciado e os porcos são mortos e colocados em carros alegóricos para servirem de oferenda aos deuses. Os animais passam por intensa tortura física e psicológica, seus órgãos entram em colapso e seu corpo fica tomado por ferimentos devido ao tempo que ficam deitados. Tudo isso para que um homem possa levar para casa algumas barras de ouro.

Depois de mortos, os porcos são enfeitados e colocados em carros alegóricos
Os porcos são enfeitados e exibidos em carros alegóricos
Grupos de ativistas taiwaneses protestam contra a realização do Taoist Holy Pig que acontece há centenas de anos, mas o governo tem medo de que a proibição deste cruel ritual cause revolta de grupos religiosos. Em conversa com os ativistas empenhados em acabar com o concurso, organizadores garantiram que o evento deve ter fim em 2017, quando o prêmio em ouro não será mais distribuído ao vencedor.

Fonte: ANDA

Indianos tentam salvar elefante atolado em pântano; veja fotos

Homens levaram seis horas para retirar um elefante que caiu em um terreno pantanoso ao lado do lago Vembanad, nos arredores de Kochi, na Índia, nesta quinta-feira (6). Os homens amarraram cordas em volta do elefante e ainda usaram uma mangueira com água para retirar a lama presa em seu corpo. Apesar de todo o esforço, o animal não resistiu e morreu após receber assistência veterinária. Veja as fotos:

Homem sobe no elefante atolado em terreno pantanoso para tentar retirá-lo do local (Foto: Sivaram V/Reuters)
Homem sobe no elefante atolado em terreno pantanoso para tentar retirá-lo do local (Foto: Sivaram V/Reuters)
Uma corda é jogada para que o homem a amarre em volta do elefante (Foto: Sivaram V/Reuters)
Uma corda é jogada para que o homem a amarre em volta do elefante (Foto: Sivaram V/Reuters)
Homens terminam de amarrar cordas para poder içar o elefante (Foto: Sivaram V/Reuters)
Homens terminam de amarrar cordas para poder içar o elefante (Foto: Sivaram V/Reuters)
Populares observam a tentativa de resgate do elefante (Foto: Sivaram V/Reuters)
Populares observam a tentativa de resgate do elefante (Foto: Sivaram V/Reuters)
Após seis horas, homens conseguem erguer o elefante e retirá-lo da lama (Foto: Sivaram V/Reuters)
Após seis horas, homens conseguem erguer o elefante e retirá-lo da lama (Foto: Sivaram V/Reuters)
Apesar do resgate, animal não resistiu e morreu após receber assistência veterinária (Foto: Sivaram V/Reuters)
Apesar do resgate, animal não resistiu e morreu após receber assistência veterinária (Foto: Sivaram V/Reuters)

Fonte: G1





Número de cães e gatos abandonados tem aumento de 70% durante o verão

Entre dezembro e março o número de animais, em especial cães, abandonados nas ruas das principais metrópoles aumenta até 70%. “Esse número pode ser ainda maior, se levarmos em consideração animais perambulando nas cidades sem que tenha sido efetivamente registrado um abandono. Basta um descuido e o animal doméstico pode escapar para sempre”, alerta Marco Ciampi, presidente da Arca Brasil, ONG protetora dos animais.

O fato pode estar ligado à época de festas, férias e verão, já que nesse período a circulação nas casas aumenta, portões são esquecidos abertos e pela distração o bicho pode fugir. Foi o que aconteceu recentemente com Flavio Roberto de Souza, empresário e tutor de um cão da raça Cocker, que fugiu deixando toda família em pânico. “Ele nunca saía de casa, nem demonstrava interesse em sair. Foi apenas o instante de retirar as compras do carro para ele desaparecer. Não sabemos se de fato ele foi levado ou se está perdido”, lamenta o empresário. O filho Guilherme, de 10 anos, está muito triste, e a busca pelo amigo já dura mais de quatro meses.

A situação abre precedentes para a discussão sobre uma questão muito importante – a superpopulação canina. No caso da família Souza, o cão não era castrado, o que aumenta as chances de ninhadas indesejadas.

Segundo Ciampi, cada cruzamento pode gerar seis ou mais filhotes. Ou seja, animais que podem repetir esse número se não forem castrados. “Estamos diante de um problema sério e que pede toda atenção”, alerta.

Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) revela que o Brasil está entre os países com maior população de cães e gatos do planeta, ocupando o segundo lugar no ranking, com 55,5 milhões desses animais. Do total, 37,1 milhões são cachorros espalhados pelas cinco regiões brasileiras. Mas o fator mais preocupante para as autoridades é o elevado número de cães em estado de abandono.

Um estudo realizado pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a prefeitura, estimou que mais de 2,5 milhões de cachorros vivam sem socialização, representando um grande problema para a saúde pública da cidade.

Nesse sentido, pode-se afirmar que a castração é o principal aliado para conter a superpopulação de cachorros e evitar um colapso. “Ainda existem muitos mitos sobre castrar ou não castrar, mas eles precisam ser quebrados. A castração é o maior ato de amor para com os bichos. Afinal, o destino de ninhadas indesejadas fatalmente será o abandono”, afirma Adriana Sbano, protetora de animais, há mais de 20 anos.

O que muita gente não sabe é que, além da castração cirúrgica — que pode ser feita gratuitamente em centros de zoonoses, ou em consultórios particulares, a um valor que varia entre R$ 100 e R$ 400, dependendo do peso do animal — existe também a castração química. Esse método de esterilização torna-se ideal para políticas afirmativas, pois apresenta um melhor custo-benefício se comparado ao método cirúrgico convencional. Uma aplicação custa em torno de R$ 30, o que representa economia para as prefeituras, além de poder ser facilmente adotada em campanhas de vacinação, inclusive junto com as antirrábicas.

A partir dos três meses de vida os cães machos já podem receber o medicamento. Basta apenas uma única aplicação e entre uma e quatro semanas eles tornam-se estéril. “Trata-se de uma solução injetável cujo agente fundamental é o zinco, um mineral que altera as células que produzem os espermatozoides. O procedimento é indolor ao animal, conforme comprovado por estudos realizados pela USP e UNESP”, explica o médico veterinário Ricardo Lucas, do Laboratório Rhobifarma.

Outra grande vantagem da utilização dessa injeção é que o animal não passa por um pós-operatório – já que não se trata de um procedimento cirúrgico. Ao todo, mais de 40.000 animais, em 50 municípios de todo País já fizeram uso da esterilização química, com resultados de eficácia e segurança superiores a 99,7%.

Fonte: Surgiu.

Idosa de 89 anos abriga vários animais abandonados em Curitiba e pede ajuda

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
O caso que está chamando atenção dos moradores e internautas de Curitiba, se passa em Pinhais, Weisópolis, região metropolitana.
As fotos são da casa da Dona Maria, uma senhora de 89 anos, quase surda, que mora com o filho, que trabalha como catador de recicláveis. O local é região desova de animais, a família vive em condições precárias.

Segundo as informações coletadas pelos internautas que foram até o local, o Serviço Social da prefeitura da cidade manda uma cesta básica a cada dois meses, e o setor de Bem Estar Animal esteve no local, medicando os animais contra sarna, e oferecendo castração.
Porém só é permitido o cadastro de um animal de cada vez, e a família não tem como transportar os animais até o local necessário e também não há condições de higiene e segurança para fazer o pós-operatório.

Os animais que vivem na casa, no terreno, onde há espaço enfim, também saem pelas ruas. Os internautas, liderados por Jaqueline Lourenço Gomes levaram um saco grande de ração para cães, mas até mesmo os gatos comeram. Levaram também alguns itens de cesta básica, algumas frutas, verduras e ovos.

Agora eles precisam de ajuda. Então, quem estiver em Curitiba, na região de Pinhais, Weisópolis, pode ajudar essa família e esses animais. Toda ajuda será bem vinda.

Eles precisam de:

- doações de cesta básica, produtos de higiene e limpeza;

- madrinhas de castrações para poder agilizar antes que mais animais procriem no local;

- lares temporários, pode ser somente pra fazer o pós-operatório, depois devolvem os cães castrados no local… ou pode ser até a adoção, o que seria o ideal.

- os animais castrados vão precisar de medicamentos.

- será feito o cadastro de um cão de cada vez pela prefeitura, então, precisará de alguém que possa fazer o transporte no dia em que este cão for chamado pra cirurgia, desde que ele tenha onde fazer o pós.

- adotantes para os filhotes, com urgência. Tem sete filhotes com cerca de dois meses que foram abandonados ali, podem ganhar as ruas e serem atropelados a qualquer momento, ou ainda, contrair viroses, já que Pinhais é uma região endêmica dessas doenças.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

França acusa homem por arremessar gato contra arbusto e parede e divulgar vídeos

Montagem mostra homem jogando gato de 4 meses contra parede de prédio em Marselha, França. (Foto: Divulgação)
Montagem mostra homem jogando gato de 4 meses contra parede de prédio em Marselha, França. (Foto: Divulgação)

Autoridades disseram que um homem de 24 anos acusado de jogar um filhote de gato bem alto no ar e de divulgar um vídeo do ato em seu perfil no Facebook pode ser condenado a dois anos de prisão e a uma multa de US$ 40,5 mil.

O homem enfrenta acusações de crueldade contra os animais em Marselha. A SPA, associação nacional de bem-estar dos animais da França, está organizando uma manifestação do lado de fora da corte de justiça.

O vídeo mostra o homem jogando o gato de 4 meses chamado Oscar no ar em direção a um grande arbusto. Um segundo vídeo o mostra jogando o gato contra a parede de um prédio e o animal caindo com força em uma calçada de concreto.

A SPA de Marselha disse que trata Oscar por uma pata quebrada e por um ferimento no estômago sofrido no ataque.

Fonte: IG.

Conservacionista alemão mata elefante durante viagem à África e posa para foto

Alemão que trabalha como conservacionista mata elefante na África (Foto: Reprodução/Thueringer Allgemeine)
Alemão que trabalha como conservacionista mata elefante na África (Foto: Reprodução/Thueringer Allgemeine)

Udo Wedekind resolveu deixar de lado os princípios de sua profissão. O alemão, que trabalha como conservacionista em seu país, participou de uma expedição de caça durante viagem recente de férias à Botsuana, na África.

Além de matar um elefante de três toneladas, Wedekind, segurando uma arma nas mãos, posou para foto ao lado do corpo do animal. A imagem gerou revolta entre colegas de profissão.

Conservacionistas do mundo todo, que trabalham em análises e projetos que permitam proteger, compreender e restaurar a biodiversidade e difundir os valores da natureza, manifestaram indignação diante do comportamento do alemão.

De acordo com o jornal local Thueringer Allgemeine, após a confusão com Udo Wedekind, a Botsuana decidiu aprovar uma lei que proíbe a caça de animais por estrangeiros.

Quando Wedekind viajou ao país, ainda era permitido caçar bichos após o pagamento de uma licença no valor de 50 mil dólares.

“Fazia 37 graus na sombra quando capturei este gigante. Foi realmente um desafio”, escreveu o alemão ao divulgar a imagem com o elefante morto em seu perfil em uma rede social.

Fonte: Globo Rural

Moradores denunciam maus-tratos e carroceiro é preso em Aracaju

Moradores do Bairro Santo Antônio, na Zona Norte de Aracaju (SE), denunciaram um caso de maus-tratos a animal e um carroceiro acabou preso na manhã desta segunda-feira (03). Um cavalo, que havia sido adotado pelo homem há dois meses, morreu no sábado (01), em um galpão onde são guardados os animais utilizados no transporte de materiais de construção de uma empresa. O corpo foi colocado em via pública, na Rua Japaratuba, na manhã desta segunda-feira (03), o que causou revolta entre a comunidade.

De acordo com o carroceiro Paulo Roberto Nascimento dos Santos, de 39 anos, o animal foi comprado por R$ 1 mil e há uma semana ficou doente. “Ele apresentou muitas secreções nas vias respiratórias e procurei uma casa de produtos veterinários para comprar remédios. Gastei R$ 100 com remédios, mas não sei o que ocorreu, ele não respondeu ao tratamento e acabou morrendo. Tenho 20 anos de experiência com animais e nunca vi nada parecido”, disse.

Corpo do animal fio colocado em via pública e moradores ficaram revoltados (Foto: Marina Fontenele/G1)
Corpo do animal fio colocado em via pública e moradores ficaram revoltados (Foto: Marina Fontenele/G1)

A morte do cavalo foi descoberta por um rapaz que costuma alimentar os animais, que ficam guardados no galpão. “Ele foi levar capim para os cavalos quando percebeu que o animal havia morrido. No entanto, só soube da notícia no domingo à noite, por isso o corpo só foi removido na manhã desta segunda. O fato de ter colocado em via pública, foi para que a Empresa Municipal de Serviços Urbanos pudesse fazer a remoção, já que se permanecesse no galpão eles não recolheriam”, afirmou.

O radialista Flávio Vieira, que passa todos os dias pelo local a caminho do trabalho, disse que casos de maus-tratos a animais utilizados para realizar entregas de materiais de construção são constantes. “Eles carregam excesso de peso, são vítimas de agressões, além de receberem alimentação inadequada e em pouca quantidade”, disse.

O carroceiro foi encaminhado à Delegacia do Meio Ambiente por um policial civil, que estava à paisana, e passava pelo local.

Fonte: G1.

Ursos-preguiça são forçados a fazer performances no Nepal

Victoria
(Foto: Wildlife SOS)
Há aproximadamente 20 mil ursos-preguiça (sloth bears) no mundo hoje, e estão na Índia, Sri Lanka, Nepal, Butão e Bangladesh. No entanto, como muitas espécies de ursos na atualidade, os ursos-preguiça estão ameaçados pela atividade humana, e nos últimos 14 anos eles fazem parte da lista vermelha da União Internacional pela Conservação da Natureza (IUCN), o que significa que são considerados ”vulneráveis”.

Como se não bastasse a destruição de seus habitats pelas mãos humanas através da agricultura, do desmatamento e da expansão industrial e urbana, muitos ursos-preguiça são capturados de seus lares na natureza, geralmente jovens, para se tornarem “ursos dançarinos”. As mães desses filhotes são mortas na maioria das vezes nesse processo.

Uma vez capturados, os dentes caninos do animal são lixados ou quebrados, tornando impossível que eles retornem à vida selvagem e resignando-os a uma vida permanente em cativeiro, de acordo com a Sociedade Mundial de Proteção aos Animais (WSPA). As informações são do One Green Planet.

Além do lixamento dos dentes, um orifício é perfurado através do nariz ou da boca do urso e uma corda é inserida na ferida ainda aberta, procedimento feito sem anestesia. Os ursos são, então, considerados “prontos para aprender” a se tornarem “ursos dançarinos”.

Como relata a WSPA, “os ursos são condicionados a obedecer seus tutores. Seus espíritos são destruídos pela tortura mental do cativeiro e da humilhação de desempenhar as performances. Uma dieta pobre e inadequada traz ainda mais danos à saúde destes animais, que são de natureza selvagem”.

Durante anos, os ursos foram capturados na natureza e vendidos no mercado negro para os Kalandars, tradicionais manipuladores desses animais da Índia. Katrick Satyanarayan, co-fundador da Wildlife SOS, disse ao One Green Planet que a comunidade Kalander usa ursos-preguiça como dançarinos há três ou quatro séculos, desde o período da Dinastia Mughal.

Contudo, em 1995 a Wildlife SOS começou a trabalhar esta questão na Índia, quando havia cerca de 1.200 ursos dançarinos nas ruas do país. Graças aos esforços incansáveis ​​desta ONG, eles foram capazes de consertar o problema.

Satyanarayan disse que a organização trabalhou com o povo Kalander para educá-los e capacitá-los, “através do treinamento deles com conhecimentos alternativos, fundando novos objetivos e criando outras vocações para essas pessoas”, uma vez que os animais não eram apenas uma tradição na comunidade, mas uma fonte de renda para essa população. “Em troca, os Kalandars entregaram voluntariamente os ursos para o governo indiano”, conta Satyanarayan.

Mesmo que os últimos ursos explorados da Índia tenham sido resgatados em dezembro de 2009 (conforme a reportagem, todos eles já foram enviados a santuários), o abuso a esses animais não foi banido para sempre na região. A verdade é que um grupo nômade do Nepal chamado NATS ainda participa do comércio ilegal de ursos dançarinos.

A Wildlife SOS trabalha para que esta cruel prática acabe para sempre e conduz uma campanha de arrecadação de fundos para resgatar os ursos vitimados. Segundo a reportagem, se a campanha for bem sucedida e alcançar o seu objetivo – que são 75 mil dólares – mais ursos explorados poderão finalmente ser libertados de uma vida de sofrimento e miséria, como foi o caso de Victoria.

Por um longo tempo, Victoria teve de enfrentar uma vida em cativeiro, forçada a dançar e a andar puxada por uma corda que foi amarrada pelo seu focinho.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Raposas são mortas a tiros na presença de crianças

O momento em que os caçadores escavaram e mataram uma raposa. Foto: Western Morning News
O momento em que os caçadores mataram uma raposa (Foto: Western Morning News)
No Reino Unido, três crianças assistiram uma raposa ser arrastada para fora de um buraco e morta a tiros, conforme fotos chocantes divulgadas por ativistas anti-caça. As imagens mostram as crianças a poucos metros de distância, enquanto os animais indefesos encontravam o seu destino terrível nas mãos de caçadores e seus cães, treinados para esse fim. As informações são do Mirror.

Um fazendeiro que testemunhou o incidente disse que ficou estarrecido ao ver crianças sendo levadas a uma caçada: “Como essas pessoas puderam achar que tais cenas foram feitas para crianças pequenas assistirem?”. O fato aconteceu no dia 28 de Dezembro em South Devon, após a organização League Against Cruel Sports (Liga Contra Esportes Cruéis) ter relatado uma caçada feita pelo grupo Modbury Harriers.

Filhote de cadela é abandonada com a pata quebrada e pelos tingidos de rosa

Candy foi abandonada com a pata quebrada. (Foto: Reprodução / Daily Mail)
Candy foi abandonada com a pata quebrada. (Foto: Reprodução / Daily Mail)
Uma cadela de apenas 2 meses foi encontrada na rua com a pata quebrada e os pelos tingidos de rosa.

A chihuahua foi resgatada pela Peninsula Humane Society, que fica na Califórnia, onde recebeu tratamento em sua pata quebrada.

A cadelinha recebeu o nome de Candy e ganhou um novo lar após sua história ser divulgada pela associação. Mais de 100 pessoas demonstraram interesse em adotá-la.

A tinta rosa ainda não saiu dos pelos de Candy, mesmo após diversos banhos.

Fonte: Portal Dog 

Animais precisam de cuidados extras em dias de calor

(Foto: Reprodução Internet)
(Foto: Reprodução Internet)
Sombra e água fresca. Nestes dias de temperaturas altíssimas, esta é uma combinação cobiçada. E não é só pelas pessoas, não. Os animais também sofrem com o calor e, por isso, merecem alguns cuidados extras.

“O que a gente sente com esse calor, eles também sentem”, garante Cristiane de Oliveira, proprietária de um pet shop. Por isso, a tosa ajuda e ela indica ainda água de coco para refrescar. E para aqueles que adoram levar seus animais para passear, ela lembra que eles não usam tênis nem chinelos.

“Um toque importante é evitar passear com os animais no sol. Apesar de terem certa proteção nas patas, muitas vezes o asfalto está muito quente e temos recebido muitos animais aqui com a patinha queimada”, alerta.

O veterinário Carlos Eduardo Lopes afirma que é importante trocar sempre a água dos potinhos para mantê-la fresca e, se possível, deixá-los perto de ventiladores ou áreas frescas. “No caso dos passarinhos, borrifar um pouco de água neles também ajuda”.

O que Carlos indica para os tutores é o que ele faz com os quase 50 animais, entre cães, coelhos e pássaros, que mantém. “Tem que ter atenção porque o calor está muito grande”.

Fonte: A Tribuna 

Cão ferido é resgatado em avenida de Ariquemes (RO)

(Foto: Franciele do Vale/G1)
(Foto: Franciele do Vale/G1)
No inicio desta semana, a professora Andrea Godoy se sensibilizou ao ver um cão com dificuldades de se mexer e tentando atravessar a movimentada Avenida Juscelino Kubitschek em Ariquemes (RO). “Foi quando parei o carro e o chamei. Neste momento, ele ficou travado e não se mexeu, então eu percebi que havia algo de errado”, relata a professora. Além da dificuldade de se mover, o animal ainda estava com um dos olhos machucados. Ela levou o pequeno SRD, batizado de Buck, para uma clínica veterinária. A história foi compartilhada em uma rede social, em busca de ajuda para custear o tratamento, o que acabou sensibilizando outras dezenas de pessoas. Suspeita é de que animal tenha sido atropelado, segundo veterinária.

Todo o tratamento do cachorro custou cerca de R$ 3 mil, valor incompatível com o orçamento de Andrea, e foi então que ela teve a ideia de publicar a foto do animal em uma rede social. “Eu não esperava tanta comoção”, conta a professora, que disse também que o nome escolhido para o cãozinho é uma referência ao personagem Buck da animação “A Era do Gelo 3”, que não tem um dos olhos.

A bacharel em direito Camila Martins dos Santos foi uma das pessoas que se sensibilizou com a história de Nuck. Ela conta que não conhecia Andrea, mas viu suas postagens e decidiu ajudar a arrecadar fundos para salvar a vida do animal. “Entrei em contato com a Andrea, e mobilizei alguns amigos para também ajudarem”, diz. Até o momento, quase R$ 2 mil foram arrecadados para ajudar no custeio do tratamento do animal.

Estado clínico

De acordo com a médica veterinária Aurelúcia Garcia, o cachorro chegou a clinica muito debilitado. “De imediato fizemos a cirurgia para retirar o olho direito, que já estava necrosado”. Ela destaca ainda que o cachorro deve ter sido atropelado, o que justificaria as lesões no corpo. Além da cirurgia, o animal também faz tratamento à base de vitaminas, pois estava desnutrido. “O estado geral de Buck ainda é muito ruim, mas ele ficará internado e será avaliado diariamente”, explicou.

Segundo a veterinária, Buck é um cachorro adulto e deve ter cerca de oito anos de idade. Se correr tudo bem no tratamento, em 20 dias ele receberá alta.

O cachorro abandonado, sem um dos olhos e desnutrido, comoveu muita gente, entre elas pessoas interessadas em adotar o animal. “Fiquei muito feliz em poder ajudar o Buck a encontrar um lar, espero que ele, a partir de agora, seja cuidado com muito amor e carinho. Jamais vou esquecê-lo”, revelou a professora que o socorreu.

Pessoas interessadas em ajudar no tratamento de Buck podem entrar em contato através do telefone (69) 9225-4956.

Fonte: G1